De armas ao vento
A gente, triste, cala e chora
Chora o triste momento
No qual o guerreiro partiu lento
Fugiu, já lá não mora
Tantas foram as batalhas
Demais, diria até
A vida levantando muralhas,
E lutando tu, com a fé
A fé, a esperança, a vontade,
A coragem para sorrir
Expressam-se agora na liberdade
Que tanto nos custa admitir
A força viva de tão tenra idade
A força que te viu partir…
Como puderam roubar-te o viver
Como puderam levar-te o sorrir
Para lá longe, onde não o pudemos ver
Onde não te pudemos acudir…
Dino Matias, amigo.
29 de janeiro de 2008
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