29 de janeiro de 2008

Ausência

A ausência do teu vulto
(Embora insuficiente
Para te apartar da gente)
É um injusto tumulto
Que dói mais do que um insulto
E faz sofrer quem a sente.

A ausência é sobeja –
Morte, para os que te esquecem!
Aos males que os bons padecem
Não há um perdão que seja:
A ausência sempre beija
Aqueles que não merecem.

Dário Guerreiro, amigo.

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